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| Beato João Paulo II |
O trabalho realizado pelos Coroinhas durante a celebração é de muita importância, pois ajuda no andamento da celebração e para que tudo saia dentro do planejado. O Papa João Paulo II (Karol Wojtyla) escreveu uma carta dedicada aos Coroinhas:
Karol Wojtyla pediu às comunidades Paroquiais e aos Sacerdotes que dediquem maior atenção aos Coroinhas, meninos e meninas que ajudam no serviço ao Altar, pois constituem um "viveiro de vocações sacerdotais e religiosas”.
Papa João Paulo II, lança seu pedido na tradicional Carta que envia aos Sacerdotes do mundo, com motivo da Quinta-feira Santa, na qual presta particular atenção à oração e ao compromisso da Igreja para suscitar vocações à vida consagrada.
"Cuidai especialmente dos Coroinhas, que são como um 'viveiro de vocações sacerdotais', explica o Papa na carta que escreve há 25 anos aos Presbíteros do mundo nesta data, na qual se celebra os momentos em que Jesus instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio na Última Ceia.
O grupo de Acólitos, bem acompanhado por vós no âmbito da comunidade paroquial, pode percorrer um válido caminho de crescimento cristão, formando quase uma espécie de pré-seminário ou pré-convento", declara o Pontífice.
"Recorrendo à cooperação de famílias mais sensíveis e dos Catequistas segui, com solícita atenção, o grupo dos Acólitos para que, através do serviço do Altar, cada um deles aprenda a amar cada vez mais o Senhor Jesus, reconheça-O realmente presente na Eucaristia e saboreie a beleza da Liturgia", sugere o Santo Padre.
"Todas as iniciativas para os acólitos, organizadas a nível diocesano e por zonas pastorais, devem ser promovidas e estimuladas, tendo sempre em conta as diversas faixas etárias", sublinha.
O Papa Karol Wojtyla se remete à sua experiência de arcebispo de Cracóvia, quando pôde apreciar, segundo revela, "quão proveitoso é dedicar-se à sua formação humana, espiritual e litúrgica. Quando crianças e adolescentes realizam o serviço do Altar, com alegria e entusiasmo, oferecem aos da sua idade um testemunho eloquente da importância e da beleza da Eucaristia", declara.
"Graças à acentuada sensibilidade imaginativa, que caracteriza a sua idade, e com as explicações e o exemplo dos sacerdotes e dos colegas mais velhos, também os miúdos podem crescer na fé e apaixonar-se pelas realidades espirituais", assegura o Santo Padre.
"Nas regulares celebrações dominicais e feriais, os acólitos encontram-vos a vós, nas vossas mãos vêem 'fazer-se' a Eucaristia, no vosso rosto lêem o reflexo do Mistério, no vosso coração intuem a chamada a um amor maior", diz o Papa em sua carta aos Sacerdotes.
"Sede para eles pais, mestres e testemunhas de piedade eucarística e santidade de vida", conclui. Ao apresentar esta terça-feira à imprensa a Carta do Papa aos sacerdotes, o cardeal Darío Castrillón Hoyos, prefeito da Congregação para o Clero, disse que na promoção de vocações ao sacerdócio a atenção aos coroinhas é decisiva."Se as crianças e os jovens vêem no sacerdote a alegria de ser ministros de Cristo e depositários dos mistérios divinos, a generosidade para administrar os sacramentos, em particular a Reconciliação e a Eucaristia, então se perguntarão se não pode ser esta a opção mais cheia de felicidade para suas vidas", afirmou o purpurado colombiano.
Papa João Paulo II, lança seu pedido na tradicional Carta que envia aos Sacerdotes do mundo, com motivo da Quinta-feira Santa, na qual presta particular atenção à oração e ao compromisso da Igreja para suscitar vocações à vida consagrada.
"Cuidai especialmente dos Coroinhas, que são como um 'viveiro de vocações sacerdotais', explica o Papa na carta que escreve há 25 anos aos Presbíteros do mundo nesta data, na qual se celebra os momentos em que Jesus instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio na Última Ceia.
O grupo de Acólitos, bem acompanhado por vós no âmbito da comunidade paroquial, pode percorrer um válido caminho de crescimento cristão, formando quase uma espécie de pré-seminário ou pré-convento", declara o Pontífice.
"Recorrendo à cooperação de famílias mais sensíveis e dos Catequistas segui, com solícita atenção, o grupo dos Acólitos para que, através do serviço do Altar, cada um deles aprenda a amar cada vez mais o Senhor Jesus, reconheça-O realmente presente na Eucaristia e saboreie a beleza da Liturgia", sugere o Santo Padre.
"Todas as iniciativas para os acólitos, organizadas a nível diocesano e por zonas pastorais, devem ser promovidas e estimuladas, tendo sempre em conta as diversas faixas etárias", sublinha.
O Papa Karol Wojtyla se remete à sua experiência de arcebispo de Cracóvia, quando pôde apreciar, segundo revela, "quão proveitoso é dedicar-se à sua formação humana, espiritual e litúrgica. Quando crianças e adolescentes realizam o serviço do Altar, com alegria e entusiasmo, oferecem aos da sua idade um testemunho eloquente da importância e da beleza da Eucaristia", declara.
"Graças à acentuada sensibilidade imaginativa, que caracteriza a sua idade, e com as explicações e o exemplo dos sacerdotes e dos colegas mais velhos, também os miúdos podem crescer na fé e apaixonar-se pelas realidades espirituais", assegura o Santo Padre.
"Nas regulares celebrações dominicais e feriais, os acólitos encontram-vos a vós, nas vossas mãos vêem 'fazer-se' a Eucaristia, no vosso rosto lêem o reflexo do Mistério, no vosso coração intuem a chamada a um amor maior", diz o Papa em sua carta aos Sacerdotes.
"Sede para eles pais, mestres e testemunhas de piedade eucarística e santidade de vida", conclui. Ao apresentar esta terça-feira à imprensa a Carta do Papa aos sacerdotes, o cardeal Darío Castrillón Hoyos, prefeito da Congregação para o Clero, disse que na promoção de vocações ao sacerdócio a atenção aos coroinhas é decisiva."Se as crianças e os jovens vêem no sacerdote a alegria de ser ministros de Cristo e depositários dos mistérios divinos, a generosidade para administrar os sacramentos, em particular a Reconciliação e a Eucaristia, então se perguntarão se não pode ser esta a opção mais cheia de felicidade para suas vidas", afirmou o purpurado colombiano.

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