sábado, 16 de março de 2013

Carta do Papa Bento XVI, aos Coroinhas

Papa Emérito Bento XVI

Numa audiência geral particular, com mais de quarenta mil Coroinhas da Europa, o Papa Bento XVI pediu aos pequenos servidores do altar estarem abertos à possível chamada à Vocação Sacerdotal, aos meninos e religiosa, para as meninas.
Disse-lhes o Pontífice: "Faz mais de 70 anos, em 1935, comecei como Coroinha"; e continuou dizendo que é "o Espírito Santo quem sustenta a vossa relação com Jesus, de maneira que não seja só externa".
"Hoje, vendo-vos aqui diante de mim, na Praça de São Pedro, penso nos Apóstolos e escuto a voz de Jesus que vos diz: ‘Não vos chamei servos, senão amigos: permanecei no meu amor, e dareis muitos frutos’. Vos convido: Escutai essa voz! Cristo não o disse só há dois mil anos; Ele está vivo e vos diz, agora. Escutai esta voz com grande disponibilidade; tem algo para dizer a cada um".
"Talvez – continuou – para algum de vocês, Jesus esteja dizendo: ‘quero que Me sirva de maneira especial, como sacerdote ou religiosa, convertendo-se assim em Minha testemunha, sendo Meu amigo e apresentando aos outros esta amizade".
Aí o Papa exclamou: "Queridos Coroinhas, Vós sois apóstolos de Jesus! Quando participais da Liturgia realizando vosso serviço no altar, vós ofereceis um testemunho".
Bento XVI dá vários conselhos que se costuma repetir aos Coroinhas e acaba dizendo: "Queridos Coroinhas, minhas últimas palavras são: sede sempre amigos e apóstolos de Jesus Cristo".

Papa João Paulo II pede mais atenção à Pastoral dos Coroinhas

Beato João Paulo II

 O trabalho realizado pelos Coroinhas durante a celebração é de muita importância, pois ajuda no andamento da celebração e para que tudo saia dentro do planejado. O Papa João Paulo II (Karol Wojtyla) escreveu uma carta dedicada aos Coroinhas:
     Karol Wojtyla pediu às comunidades Paroquiais e aos Sacerdotes que dediquem maior atenção aos Coroinhas, meninos e meninas que ajudam no serviço ao Altar, pois constituem um "viveiro de vocações sacerdotais e religiosas”.
      Papa João Paulo II, lança seu pedido na tradicional Carta que envia aos Sacerdotes do mundo, com motivo da Quinta-feira Santa, na qual presta particular atenção à oração e ao compromisso da Igreja para suscitar vocações à vida consagrada.
      "Cuidai especialmente dos Coroinhas, que são como um 'viveiro de vocações sacerdotais', explica o Papa na carta que escreve há 25 anos aos Presbíteros do mundo nesta data, na qual se celebra os momentos em que Jesus instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio na Última Ceia.
      O grupo de Acólitos, bem acompanhado por vós no âmbito da comunidade paroquial, pode percorrer um válido caminho de crescimento cristão, formando quase uma espécie de pré-seminário ou pré-convento", declara o Pontífice.
      "Recorrendo à cooperação de famílias mais sensíveis e dos Catequistas segui, com solícita atenção, o grupo dos Acólitos para que, através do serviço do Altar, cada um deles aprenda a amar cada vez mais o Senhor Jesus, reconheça-O realmente presente na Eucaristia e saboreie a beleza da Liturgia", sugere o Santo Padre.
     "Todas as iniciativas para os acólitos, organizadas a nível diocesano e por zonas pastorais, devem ser promovidas e estimuladas, tendo sempre em conta as diversas faixas etárias", sublinha.
     O Papa Karol Wojtyla se remete à sua experiência de arcebispo de Cracóvia, quando pôde apreciar, segundo revela, "quão proveitoso é dedicar-se à sua formação humana, espiritual e litúrgica. Quando crianças e adolescentes realizam o serviço do Altar, com alegria e entusiasmo, oferecem aos da sua idade um testemunho eloquente da importância e da beleza da Eucaristia", declara.
     "Graças à acentuada sensibilidade imaginativa, que caracteriza a sua idade, e com as explicações e o exemplo dos sacerdotes e dos colegas mais velhos, também os miúdos podem crescer na fé e apaixonar-se pelas realidades espirituais", assegura o Santo Padre.
      "Nas regulares celebrações dominicais e feriais, os acólitos encontram-vos a vós, nas vossas mãos vêem 'fazer-se' a Eucaristia, no vosso rosto lêem o reflexo do Mistério, no vosso coração intuem a chamada a um amor maior", diz o Papa em sua carta aos Sacerdotes.
      "Sede para eles pais, mestres e testemunhas de piedade eucarística e santidade de vida", conclui. Ao apresentar esta terça-feira à imprensa a Carta do Papa aos sacerdotes, o cardeal Darío Castrillón Hoyos, prefeito da Congregação para o Clero, disse que na promoção de vocações ao sacerdócio a atenção aos coroinhas é decisiva."Se as crianças e os jovens vêem no sacerdote a alegria de ser ministros de Cristo e depositários dos mistérios divinos, a generosidade para administrar os sacramentos, em particular a Reconciliação e a Eucaristia, então se perguntarão se não pode ser esta a opção mais cheia de felicidade para suas vidas", afirmou o purpurado colombiano.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Ser coroinha por vontade ou por obrigação?


     Muitas vezes vemos crianças que são coroinhas, e servem com uma perfeição; mas, será que elas estão servindo assim porque são obrigadas ou porque realmente gostam?

     É tão bonito vermos crianças servindo ao altar, mais seria mais bonito se fosse por vontade própria. Alguns coroinhas gostam do que fazem, quiseram ser coroinhas por vontade própria, mais outros estão lá porque pai, mãe, avós entre outros obrigaram, e isso é errado, a vontade de ser coroinha tem de partir da criança não do pai! Ninguém tem que fazer nada obrigado.
     As crianças que são coroinhas obrigados até brincam quando o padre fala que a missa é o sacrifício de Jesus! Elas dizem: "O sacrifício é nosso, pra vir a missa", e isso realmente entristece.

     Para ser um bom cristão não é necessário ser coroinha!
Portanto, não obrigue ninguém a ser coroinha! Cada um deve sentir-se chamado por Deus, para servir o Altar do Senhor!
Servir a Deus, não uma obrigação, mas sim um privilégio!

“Se queres seguir a Deus, deixa-O ir adiante. Não queiras que Ele te siga”. [Santo Agostinho]

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Seja Bem-Vindo

Olá acólito/coroinha, obrigado por acessar esta página que também é sua ! Aqui você encontrará tudo que um bom acólito/coroinha precisa para servir a Deus, com prazer e do jeito certo. Esta página é exclusiva para os membros do grupo: Acólitos e Coroinhas da Paróquia São Benedito - Mogi Mirim- SP, por aqui você também ficará por dentro de horários e obrigações que será de sua reponsabilidade, por exemplo: Neste microBlog estará disponível a agenda do grupo, ou seja, a escala dos membros será disponibilizada por meio da internet, e por e-mail. Fique por dentro, e permaneça na Paz de Jesus !!!


terça-feira, 16 de agosto de 2011

O Mártir da Eucaristia- São Tarcísio

Jovem Santo: São Tarcísio
                 O dia de São Tarcísio é comemorado em 15 de agosto.




Vivia em Roma um menino chamado Tarcísio. Era coroinha e ajudava o Sacerdote na Santa Missa. Certo dia, o sacerdote procurava um homem de confiança para levar a Santa Comunhão aos encarcerados. Tarcísio ofereceu-se. Mas o sacerdote, olhando para ele, disse: “És criança ainda, Tarcísio, e não sabes desempenhar esta santa missão. O menino retrucou: “Sou menino ainda, tanto melhor, porque de mim, ninguém desconfiará, podendo de tal maneira , me aproximar de nossos irmãos encarcerados. E, também, sei guardar as Santas Hóstias e nunca as entregarei aos pagãos.”
Recebeu ele as Santas Hóstias com grande respeito e segurando-as sobre o seu peito, as cobriu com as mãos, cuidadosamente.
Como se sentiu feliz em colocar o seu Jesus junto a seu peito!
Andava assim pelas ruas em busca de irmãos encarcerados, quando de repente, outros meninos o chamaram para brincar, pois faltava um para completar a brincadeira. Tarcísio desculpou-se, dizendo ter pressa. Um rapaz atrevido pegou-lhe pelo braço e quis forçá-lo. Tarcísio resistiu. Entretanto, perceberam que ele segurava algo contra o peito. Curiosos perguntaram-lhe o que era. Não atendendo às suas exigências, fizeram violência para lhe arrancarem o segredo.
Nesse ínterim, passaram por ali várias pessoas e ouvindo o que se tratava, disse uma delas: “Leva consigo o Deus dos cristãos”. Então, os rapazes caíram sobre o pobre menino para lhe arrancar à força as Santas Hóstias. Mas, Tarcísio segurava com tanta firmeza o seu tesouro, que força alguma conseguiu arrancá-lo.
Encolerizados, espancaram e maltrataram Tarcísio sem piedade. Exausto e quase morto, segurava as Santas Hóstias com força, sobrenatural. Neste instante, passou um soldado, alto e robusto que era também cristão. Percebeu o que se passava. Com a mão forte, dispersou os malvados, tomou Tarcísio sobre seus braços e levou-o ao sacerdote.
No caminho, morreu nos braços do soldado. O sacerdote recebeu-o com grande veneração. Tirou com facilidade as Santas Hóstias, tão heroicamente defendidas pelo pequeno mártir, e, beijou, por entre lágrimas, as mãos deste santo herói, que tinha derramado seu sangue em defesa de Jesus Hóstia.
O pequeno coroinha que, desde cedo amou Jesus Cristo na Sagrada Eucaristia, e é, para nós hoje, um exemplo a ser seguido.
São Tarcísio, patrono dos coroinhas e dos Ministros Extraordinários da Eucaristia, Rogai por nós.
“Ó meu Jesus, ninguém vos tirará do meu coração”.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Virtudes do Acólito

“Nós tornamo-nos aquilo que valorizamos e buscamos.”
Se tu valorizas o serviço do acólito, tu serás então um bom acólito(a). No valorizar estão contidas as virtudes do bom acólito, levando em consideração que virtudes não são mesmas coisas que normas. A virtude provém de um hábito bom e estável. Eis as virtudes do acólito:
            
               -Pontual: O acólito deve chegar no mínimo 15 minutos antes da celebração litúrgica, para fazer a sua oração e depois Se dirigir para sacristia onde vestir-se-á e aguardará o início da celebração;
-Piedoso: Chegando na Igreja, o acólito, independente se vai servir ou não na liturgia, saúda Jesus Eucarístico e faz um breve momento de oração. Toda decisão parte de uma motivação primeira. Conversando com Jesus frequentemente, o acólito percebe sua motivação, sua razão de ser e querer ser um acólito(a). O acólito deve rezar o que vive e viver o que reza. Mas no que diz respeito à liturgia, o acólito conversa com Jesus não tão-somente antes da Missa, como também após a Missa, agradecendo a Jesus pela Eucaristia recebida e pelo serviço prestado à Ele. Obviamente que durante a Santa Missa, o acólito está em oração, pois é o momento mais importante para ele: participar e servir na Santa Missa;
-Atencioso: A atenção de saber o dia em que está escalado para servir, a atenção de saber o que vai fazer durante a missa e preparar-se para tal, buscando ajuda se preciso for. O acólito é atencioso aos detalhes litúrgicos e por isso, durante a Missa, tem os olhos voltados para o altar, para o que está acontecendo para bem participar e contribuir com o seu serviço litúrgico;
-Silencioso: Considerando a sacristia como um lugar de preparação para Santa Missa, o acólito na sacristia buscará fazer o silêncio, não por causa somente do padre, mas por causa do próprio acólito, a fim de que ele se prepare e se interiorize para dar sentido ao seu serviço litúrgico. “O silêncio valoriza as palavras e as transformam”.
-Servo: A Santa Missa, é também um grande banquete que tem por objetivo reunir os fiéis e alimentá-los com o pão da vida. É preciso de servos para que o banquete seja melhor distribuído. Um servo de Deus, instrumento de Deus, precisa primeiramente se alimentar para “poder alimentar” os outros. Por isso, o acólito conforme a sua consciência, buscará a confissão quando necessário, para que possa comungar do Banquete, do corpo e sangue de Cristo sempre;
-Humilde: Ninguém nasce sabendo de tudo, por isso é necessário que o acólito sempre tenha a humildade de aceitar a ajuda, a formação, e também ser humilde em ensinar o irmão e auxiliá-lo quando preciso. O acólito não pode ficar com vergonha ou medo de perguntar. A humildade que não nos faz crescer no serviço do Senhor é vaidade;
-Responsável: Ser acólito como já vimos, não é uma profissão e sim uma vocação. Contudo, uma vocação tem a sua responsabilidade que implica na fidelidade ao que foi assumido. Ninguém renovou e fez as promessas do acólito perante a comunidade por teatro, fez por vontade própria respondendo ao chamado do Senhor. Portanto, o acólito é responsável com o compromisso que ele mesmo assumiu.

sábado, 13 de agosto de 2011

Ser Acólito


A essência do acólito.
A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar. Mais do que fazer muitas coisas para achar que se é acólito, é preciso sê-lo na sua essência. Um acólito na sua essência é alguém que tem prazer em servir a liturgia. Um prazer que brota de uma amizade autêntica com Jesus. 
Ninguém pode ser acólito por status, mas sim por vocação. Tu foste chamado para o serviço do altar, isso é uma sublime vocação. Porém, a vocação sendo um chamado primordial Divino, necessita ulteriormente de uma resposta do homem que é chamado. O acólito é um servo do rei Jesus, que presente na Eucaristia, se faz precisar de servos para manifestar o seu reinado na vida do povo através da liturgia da Igreja.
Óbvio que isso não quer dizer que você, na tua escola, na tua casa,etc, andarás com um cartaz na mão dizendo: “-Eu sou acólito(a).” Mas esse slogan deve estar no teu coração, na tua consciência. Com certeza, todas as tuas atitudes, partindo desse pressuposto cordial e consciente em teu interior, falarão de Deus como consequência. O acolitar não é um fato isolado, somente restrito ao domingo e/ou no dia em que o acólito estiver escalado para servir. É preciso ser acólito em todos os lugares através do testemunho de vida.
O serviço a Deus deve nos envolver por inteiro, em todas as esferas da nossa vida. Assim sendo, o serviço de acólito vai além do altar, vai para as ruas, para as escolas, para os escritórios. De maneira alguma isso deve ser um peso ou vergonha para ti, pelo contrário, é motivo de alegria e orgulho. Ainda que muitos não entendam e talvez até zombem de ti, o Senhor Jesus, Aquele à quem tu serves, dará ao teu coração a paz e a certeza de que vale a pena servi-lo.